A pandemia devido à Covid-19, já ultrapassou 5 milhões de casos no Brasil, e 152 mil mortos. O empobrecimento da população é evidente, embora o auxílio-emergencial do governo, fez recuar os níveis de pobreza dos 200 milhões de brasileiros. Porém, se os esforços e a continuação do auxílio não forem implantados, 15 milhões de brasileiros serão colocados na faixa de extrema miséria.

O Brasil é o terceito país com mais contaminações e mortes, ficando somente atrás da Índia e EUA. Com o calor chegando, a pandemia está diminuindo, a estatística está bem mais otimista que em relação ao pico entre julho e agosto.

O que me faz acreditar nas coisas boas no Brasil, são as iniciativas da população e das organizações não governamentais, como, a “Bora Testar » que testa gratuitamente alguns moradores de uma das maiores favelas do Rio de Janeiro, a Rocinha, que tinha sido quase esquecida pelas autoridades públicas.

Daniel de Paula é o coordenador na ONG, afirma que, o número de contaminados é muito elevado, a percentagem de resultados positivos é grande, confirmando aquilo que é refletido pela sociedade, a comunidade da Rocinha não consegue autoisolar-se.

Iniciativas como essa devem ser aplaudidas e respeitadas.

Um memorial às vitímas da Covid-19, chamado de Memorial In-finito, uma escultura que se estende ao longo de 39 metros no Cemitério da Penitência no Rio de Janeiro, foi construido, um tributo coletivo em memória dos 140 mil brasileiros que perderam a vida devido à pandemia.

A arquiteta responsável pela obra, Crisa Santos, disse : « Você tem importância, a sua dor tem importância, você tem um espaço para retornar quando quiser ».

Escultura e palavras bonitas, mas, não justifica a má administração do governo perante à Covid-19. Perdemos pessoas que poderião estar vivas agora.

Vamos continuar positivando o futuro, o baile segue… Como deve ser!

Por Miriam Rey