Quando a cortina de fumaça de Demóstenes Torres o queima

Uma das estratégias antigas aplicadas nas guerras e na política, persistente e ainda mais sofisticado e melhorado atualmente é a «cortina de fumaça», um método equilibrista que visa esconder um torpe objetivo. Em meio à escuridão crea-se uma forma ambìgua, contemporaneamente, muito precisa e incisiva que cresce e se realiza em um espaço contraditòrio. Uma dinâmica de lealdade e fidelidade se desenvolve em um discurso que aparentemente reluz e absorve o interlocutor e o faz escravo, transforma a atenção do outro a fim de conduzì-lo em um verso oposto aquele sobre o qual se funda o discurso. Assim fazendo, se condena fortemente a corrupção creando uma longa rede entorno a essa, e quem passa a comandá-la é pròprio quem a combate enquanto o interlocutor acredita que um relacionamento seja impossìvel entre quem a combate e quem a comando.

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